MegaTour Endurance Series 2011 - 1ªEtapa - Coreto Amora - 5JAN11




Rescaldo desta trip lunatica
Depois de umas mentes com problemas de afirmação social pensarem um pouco sobre os seus enigmas pessoais e do problema do arroto, chegaram à conclusão que tinha que fazer uma coisa mesmo parva para se sentirem de igualdade com a sociedade. Pensou-se em ir plantar couves de Bruxelas em Centros Comerciais, ou colocar sanitas no meio das auto-estradas, mas não. O plano era ir na mesma onda da sociedade, ou seja, infringir as leias à descarada. Durante 12 vezes no ano de 2011, vamos tentar ser o mais ilegais possível. Vamos tentar evadir locais onde o controle é apertadíssimo e a Policia está sempre de olhão. Dia 5 JAN 2011 foi o arranque da MegaTour Endurance Series. Nada melhor que arranjar um local fechado a cadeado mesmo à frente onde passam milhares de pessoas. O Coreto da Amora foi o local escolhido. Com uma bela vista nocturna para a Baia do Seixal e condições únicas dentro do Coreto (obrigado por deixarem a luz ligada) para a realização do evento, o sitio era perfeito. Como era a 1ªetapa sabíamos que não iria aparecer muito clientes, mas mesmo assim, para uma dia chuvoso e de Inverno, a participação foi muito superior ao esperado, apesar de alguns Cromos do Endurance dizerem que apareciam e baldaram-se à ultima hora. Existia uma Taça para ganhar. A Boneca Insuflável fugiu com o Homem Insuflável para Monsanto para fazerem Bicos Insufláveis e nós ficamos a chupar no dedo. Lá arranjamos um Bule Mítico dado no Natal por umas das Tias do JorgeMariaBolacha. Essa era a Taça a ganhar. JorgeMariaBolacha, Ricky Rock, Pão-Mole, Marco Cosme e Luis Romão apareceram ao chamamento. Estava tudo ansioso. Era mesmo à gangster. Tentamos cortar os cadeados com um cota unhas, mas não deu. Tivemos que saltar as grades com muito material às costas. Foi a adrenalina total, ainda mais que a Policia tinha lá estado minutos antes, mas mandamos os baris bugiar para o bugio. Depois de termos montado o material estava tudo pronto para 3 horas de pura ……. Dureza. O tempo estava maravilha. Estava 14ºgraus e chovia às prestações, o que era bom para arrefecer a junta da cabeça. Às 20h02m em ponto deu-se a partida. O ritmo era de loucos. Rapidamente chegamos ao Seixal, depois à Alcochete, Portalegre, Madrid, Brandoa, Jamaica, Cuba, Pipo, Fabrica de fogões e acabamos por cortar a meta em Famões a beber um abatanado (Famões, Feijó e Abatanado são os nomes mais pirosos de sempre). Alguém chamou a atenção “baril, estamos a fazer rolo, não vamos para lado nenhum”. Yap. O delírio já era enorme. Todos olhavam para o Bule e todos o queriam. Todos pedalavam mais rápido possível. Existiram mesmo participantes a aproveitarem-se da rodas do outros. É pá, aquilo foi batota. Ir na roda …. Quem sofreu foi quem cortava o vento. Marco aguentou o pelotão até onde pode, depois viram as desculpas do costume. “Onde é que está o comando da televisão?”, “a luz está acesa, tenho que a ir desligar”, “filha está triste?, queres que vá ter contigo?”, “Tenho uma lasanha no forno, deve estar a queimar”. Qualquer desculpa servia para se tentar livrar de acompanhar o pelotão naqueles trilhos espectaculares o longo da baia do Seixal. JorgeMariaBolacha também andava na tanga. “Tenho que tirar umas fotos”, “tenho que ir comer”, “tenho que ir ver a boa que está ai no bar a fazer a dança do varão”. Enquanto isso Luis Romão e Pão-Mole concertavam-se no Bule e pedalavam a ritmos alucinantes. O ritmo já não era à velocidade da Luz, mas sim à velocidade da Apagão. O Romão estava louco. Fazia sprints de longa duração. Mas mais tarde confessou que estava a treinar para quando a Policia viesse. Assim era mais fácil dar de fuga. Pão-Mole continuava na dele, sem parar com um ritmo muito certinho. Ao fim de uma hora todos tinha exactamente os mesmo kms. Mas a segunda hora foi onde se dividiu as aguas. Quem ficou à borda do coreto apanhou uma grande molha, ou outros nem por isso. Bolacha depois de comer uma MegaPizza , fixou o Bule e arrancou à abrir para a frente do pelotão. Achou estranho que a recta à sua frente nunca mais acabavaa. Depois de termos assistido a vários passantes com cara de parvos a olhar para nós e nós todos borrados porque poderiam ser da Pide, passou a policia de carro a dizer adeus. Mas o que isto pá!. Já não existe Policia em Portugal como antigamente. Assaltamos as cenas e ainda nos dizem adeus ??????. E nós à espera de ir dentro para fazer a ultima hora da 1ªetapa no quentinho de uma cela. Isso não se faz. Desde já fica marcada uma greve geral do pessoal do Rolo para dia 30 de Fevereiro à frente da PSP de Arneiros de Cima. Estávamos nos últimos 15 minutos da competição. Todos estávamos muito perto uns dos outros em termos de kms. Todos davam o máximo, apesar das pernas estarem a ganir e a chamar pela mãe. Todos queria ganhar o Bule. Ao fim de 3 horas tocou a campainha e fomos ver quem era. Era a carteira. Como não tocou três vezes não levou nenhum tratamento, apesar do Marco estar de dentes afiados. Mas só os dentes porque todo o resto do corpo já tinha morrido à muito tempo. Foram 3 horas espectaculares a pedalar e mais uns trocos na preparação. Temos que dar um grande abraço ao Serrano que apareceu por lá, mas como não tinha rolo, fez duas horas à volta do Coreto e foi para o hospital Garcia da Horta de ambulância de seguida. E agora perguntam vocês. Quantos kms conseguiram fazer em 3 horas de rolo? Toma lá a classificação da espectacular 1ªEtapa MegaTour Endurance Series.


Na classificação todos os 10 primeiros tem pontos de 10 a 1
Bonificação de 1 ponto para quem faz as 3 horas completas

Classificação da 1ªEtapa - Coreto Amora - 5JAN11
1º - JorgeMariaBolacha – 11 Pontos (10+1) (3horas – 105.5Kms)
2º - Joaquim Pão-Mole – 10 Pontos (9+1) (3horas – 103.9 Kms)
3º - Ricky Rock – 9 Pontos (8+1) (3horas – 89.7 Kms)
4º - Luis Romão – 8 Pontos (7+1) (3 horas – 77.9 Kms)
5º - Marco – 7 Pontos (6+1) (3 horas 66.7 kms)

Classificação Geral MegaTour Endurance Series após a 1ªetapa
1º - JorgeMariaBolacha – 11 Pontos (3horas – 105.5Kms)
2º - Joaquim Pão-Mole – 10 Pontos (3horas – 103.9 Kms)
3º - Ricky Rock – 9 Pontos (3horas – 89.7 Kms)
4º - Luis Romão – 8 Pontos (3horas – 77.9 Kms)
5º - Marco – 7 Pontos (3horas - 66.7 kms)

O JMB Ganhou o Bule à rasca.
Neste momento retirou o sofá da sala e colocou o Bule no meio da mesma.
Foi o maior troféu da sua carreira. Foi pena ter apanhado a Carreira 42 quando era Junior. Se tivesse apanhado a Carreira 28 para Belém, poderia ter muito mais troféus.
O Bule é a Taça Oficial da MegaTour Endurance Series

By JMB in  http://mb-mariabolacha.blogspot.com/2010/12/megatour-endurance-series.html

25ª26ª27ª Etapa VPBTT- Sendim - Bragança - Chaves - Salto, 30, 31/10 e 1/11 de 2010

Sendim-Bragança

Tudo começou algum tempo antes! Como eram as etapas mais distantes para a maioria dos participantes habituais, optou-se por realizar 3 etapas juntas, de modo a permitir uma maior diluição de custos.  As candidaturas para participação foram poucas, e penso mesmo que foram as etapas menos concorridas, apenas 6 comparecemos, eu(Ricky Rock), o Bolacha, o Peregrino, o Ray Bonga em estreia oficial, o Trufox e o Serrano.
Após várias semanas de sol, as previsões para este fim de semana estavam negras, com vários alertas amarelos e laranjas, mas nada demoveu os volteiros, nem mesmo os vários e constantes acidentes encontrados por o caminho até Sendim, que levaram a que um percurso já de si longo, se tornasse penoso.   A noite até estava estrelada, e a ansiedade aumentava a cada minuto por o inicio da etapa, á porta da Junta de Freguesia dois vultos dormiam embrulhados em várias mantas, como 2 porteiros. Ali estavam porque no dia seguinte uma grande feira invadia as ruas de Sendim. Na manhã seguinte e apesar da chuva e de um dia muito feio, e com muito vento, a azáfama era enorme á porta da JF, várias tendas, carrinhas e pessoas cobertas em plásticos percorriam as ruas. A partida foi adiada 30 minutos na esperança de uma aberta, mas apesar de abrandar a chuva insistia em cair. 


 Os 1ºs trilhos apesar de húmidos e peganhentos, eram muito semelhantes aos encontrados na etapa anterior, mas depois veio a surpresa, começaram a aparecer pequenos Oásis, com verdadeiros bosques encantados, com ouriços de castanhas e castanhas por todo o lado, com árvores coloridas de todas as cores a marcarem a paisagem, elas eram Verdes, Amarelas, Vermelhas, e o encantamento era geral. Esquecíamos a chuva, o frio o vento e o planalto deu lugar a vales cavados, esquecidos no tempo, a lugares que pouquíssimos passam e que nos levaram a Quintanilha, onde o 3º canto do “nosso” rectângulo foi conquistado.
Uma dura e longa subida fez-nos sair de Quintanilha, durante cerca de 12 km foi sempre a subir na direcção do Oeste, o vento encontrava-se agora de frente, a lama cada vez mais parecia cola, mas a chuva tinha dado umas tréguas, chegando a aparecer o Sol, que permitia aquecer as mãos e esquecer o frio dos pés.
Lá no alto um pastor apanhava castanhas, o seu cão pisava os ouriços que o faziam parecer caminhar sobre pedras em brasa. Metemos conversa, o homem bastante simpático oferecia as castanhas, e informava que não éramos os únicos malucos num dia de temporal a andar naquele trilho. Um Inglês acabava de passar, sozinho e em caminhada. E mais, para Bragança faltavam 12km. Continuámos, e a subida terminava, ao fundo Bragança. A vista era soberba, tal que o Inglês se encontrava á beira do trilho sentado num calhau a fazer aquilo que me apetecia, mas que o frio não permitia. Sentado deliciava-se com a paisagem e vivia o momento único que só quem por lá anda percebe. A descida foi alucinante, a adrenalina subia a cada metro, e a velocidade também. Antes de Bragança ainda alcançámos Gimonde, onde ultrapassámos o Rio de águas cristalinas por uma ponte medieval, que envolvia todo aquele vale numa magia especial.
E chegávamos a Bragança. A cidade Portuguesa mais distante que já alguma vez fui. 



O alojamento foi nos Bombeiros de Bragança, onde fomos muito bem recebidos, e instalados em quartos quadrupolos, com direito a cama e mantas. No bar a lareira deliciava-me e passei um bocado frente à mesma, apreciando o temporal que percorria a cidade lá fora.  Tivemos direito a uma visita à cidade de dentro do enlatado, pois o tempo não permitia mais. E ainda visitámos a feira de caça/pesca e castanha locais, onde passamos um belo bocado.



Bragança-Chaves

Esta era a etapa “Rainha” do conjunto das três. O tempo não era o esperado para este dia quando da partida de Lisboa, pois o alerta laranja havia sido alargado e o mau tempo continuava. O vento era ainda mais forte e gélido que no dia anterior, e a chuva teimava em cair. Poucos metros andámos e já nos encontrávamos nos trilhos. Aqui os bosques e as castanhas invadiam-nos completamente o olhar. Era completamente impossível evitar os ouriços, e o receio de lhes passar por cima com medo de algum furo passava, quando literalmente éramos obrigados a andar em cima deles. Poucos kilometros percorridos, e a vontade de uma bebida quente já se fazia sentir. Fomos parar numa aldeia já perdida nos montes, onde fomos encontrar um curioso café, gerido por o Presidente da Junta de Freguesia, que não era possuidor das duas mãos, e que á apenas uma semana atrás havia contado a sua historia numa reportagem da SIC, e que foi prontamente reconhecido por o Peregrino. O Mundo consegue ser mesmo muito pequeno! 


Após esta paragem a imensidão da envolvência ainda cresceu mais, para onde quer que olhássemos éramos envolvidos por montes enormes, e vales que nos deixavam extasiados. Passámos em muitos locais que nos fizeram recuar no tempo e recordar as paisagens paradisíacas Austríacas que víamos em algumas séries da nossa infância. Os rios transportavam água completamente cristalina, as pontes pareciam ali estar desde a criação do Mundo, as subidas eram enormes e as descidas alucinantes. A vontade de absorver aquilo tudo que nos fazia sentir tão pequenos e tão serenos com o Mundo era enorme, mas o tempo não ajudava. Os pés começavam a ressentir-se e tudo piorou quando fomos obrigados a ultrapassar um pequeno riacho. A tentativa de o passar sem molhar os pés, fez-me escorregar e dar um jeito no joelho, que se veio a verificar penoso durante alguns km. Após uma enorme descida por um vale maravilhoso, que terminava numa perdida praia fluvial, veio uma enorme picada, com uma inclinação brutal e que me fez ver que não poderia continuar. As dores no joelho eram enormes, e o pensamento só estava em deixar por concluir metade da etapa, e tentar não comprometer a etapa do dia seguinte.
Após encontrar o JMB e o Serrano a aquecerem-se numa tasca perdida em Edral, á volta de uma Salamandra instalada no meio do café, não havia mais volta a dar, Fiquei-me por ali, e que bem que soube. O Serrano ainda se meteu a caminho a tentar encontrar o Trufox e Bonga que  haviam continuado, e o Peregrino que já estava mais para a frente voltou atrás e veio fazer-nos companhia para o quente. Apesar de alguma resmunguice inicial, nunca mais se vai esquecer daquela calorenta e animada tarde, passada numa tasca algures, enquanto lá fora o temporal continuava…


A chegada a Chaves no enlatado foi já de noite. A cidade estava em festa, notava-se menos frio que em Bragança e os Bombeiros eram logo ali. As instalações não foram como em Bragança, mas lá arranjámos um espacinho onde couberam os colchões todos ao molho, excepto o Serrano que lá arranjo um cantinho só para ele, onde a tortura chinesa entrou em acção e lhe fritou a mioleira toda, ao ponto de se escutarem frases como “Sou um Cão”….

Chaves-Salto



Este era o dia esperado para ser algo mais soft, onde a previsão de chegada tinha sido muito optimista, devido á pouca distância, pois ainda teríamos toda aquela distância para o regresso no enlatado. 



Ao inicio tudo parecia semelhante ao dia anterior, apenas o tempo estava significativamente melhor, apesar de um ou outro borrifo, o sol também marcava presença, o vento ainda lá estava mas mais lateral e todos estavam animados, a saída de Chaves foi feita por um trilho muito bom, que nos levava na direcção das montanhas ladeando uma barragem. Mal sabíamos o que nos esperava. Conforme íamos subindo, verificávamos que Chaves se encontra no centro de uma enorme cratera, como se uma enorme boca de um vulcão se tratasse!   


Depois, depois tudo se modificou, os Oásis do dia anterior deram lugar a um Inferno de calhaus e rochas, em subidas enormes, com um vento lateral que teimava em nos tentar empurrar da Montanha abaixo, o desafio era cada vez maior, e tentar dominar a bicicleta naquelas subidas era algo verdadeiramente motivante. 

A meio desse inferno uma visão, um tipo surge literalmente do nada, acompanhado do seu cão e corria por aquela montanha acima como nós não o conseguíamos fazer na bicicleta. A expectativa era que após aquela montanha as coisas acalmassem, mas foi só expectativa, do outro lado a visão era assombrosa, eram montes e mais montes, aldeias de pedra que pareciam escavadas no deserto de rochas que as envolviam, e a conquista dos vários cabeços continuava, e assim foi até ao final, ainda com direito a passagem numa Barragem situada a mais de 1000mt de altura que nos proporcionou visões de rara beleza. Completamente assombroso, uma das etapas mais duras, mas uma das mais motivantes e saborosas de conquistar. 



Foram 3 dias espectaculares, com o cheiro da terra, do lume, do interior a marcar a sua presença e a deixar-nos todos maravilhados com a diversidade e beleza presente em qualquer lado que se olha-se.

Bem Hajem a todos, em especial aos meus pais que nos serviram de apoio.

23ª e 24ª etapas da VPBTT, Almeida-Freixo de Espada à Cinta-Sendim, 28 e 29 de Agosto de 2010

Cada vez é mais difícil passar sem a VPBTT! Cada etapa que vêm parece que é mais especial que a ultima, é tão dificil escolher qual a melhor e mais divertida, quanto é difiicil esperar que chegue mais um fim de semana da VPBTT.  Nunca existe um fim de semana igual, os momentos que vivemos, as pessoas presentes, e as terras que nos acolhem tornam tudo muito especial e único.

Desta vez a minha vontade não era maior que das outras, mas a vontade de conhecer uma zona que nunca tinha percorrido tornava tudo ainda mais especial. E não me desiludi nem um pouco. Almeida estava espectacularmente bela, e acolheu-nos com as suas personagens engalanadas e numa animação extraordinária, numa óptima noite de Verão. Durante o dia seguiu-se a conquista de Castelo Rodrigo e o seu Palácio desabado ao som dos Canhões de Almeida, depois vieram as pradarias a fazer lembrar o "velho Oeste" e o Douro ali como um Gigante adormecido, tão belo e tão sereno que parecia um quadro. A dimensão de tudo que nos envolvia era soberbamente enorme, e fazia-nos sentir bem pequeninos perante tal natureza. O Douro acompanhou-nos ao longo de todo o restante percurso, mas deixando-nos envolver nas suas entranhas, num espectacular desfiladeiro, onde só faltavam os "Indios" a fazer-nos uma emboscada. Num ápice estavámos em Freixo de Espada à Cinta, que nos surpreendeu com um excelente acolhimento, e uma jantarada daquelas.




No dia seguinte apesar do Douro se manter, o cenário alterou-se, vieram vales sem fim, e aldeias perdidas no tempo, onde o Douro parecia "Reinar". Foram tantas as aldeias onde nada se via ou passava, que lhes perdi a conta. Quando tudo parecia sempre igual, apareceu-nos um enorme Auto-Estrada em terra batida que nos guiou a Sendim e ao final de um "Enorme" fim de semana de BTT.

Olé Olé VPBTT é que é!!!

Volta a Portugal em BTT, 23ª Etapa, Almeida-Freixo de Espada à Cinta from Ricky Rock on Vimeo.